Problemas de pele, atualmente, se apresentam como uma das reclamações mais comuns entre homens e mulheres, afetando a autoestima e a qualidade de vida. E o melasma não foge à regra.
Apesar de atingir também os homens, as manchas amarronzadas afetam principalmente o rosto de mulheres entre 20 e 50 anos. De acordo com a dermatologista Carla Carvalho Cruz, do Rio de Janeiro, além do sol, fatores hormonais são os principais motivos para o aparecimento do melasma. “Podemos apontar o uso de anticoncepcionais e a predisposição genética, como causa do problema. O melasma costuma ainda aparecer durante a gestação”, explica a dermatologista.
A seguir, Carla Carvalho Cruz esclarece as principais dúvidas sobre o melasma:
Como cuidar do melasma?
O primeiro passo é a proteção. O paciente encontra no mercado inúmeras opções de fotoprotetores físicos que são a primeira linha no tratamento, pois além de protegerem contra os raios UVA/UVB, atingem os comprimentos de onda maiores que são o infravermelho e a luz visível. Outra sugestão é manter alguns cuidados à base de cremes com ácido retinóico ou seus derivados, associados a clareadores como ácido glicólico, ácido kójico, arbutin, ácido tranexâmico, belides entre outros.
“Aliado a tudo isso deve-se haver acompanhamento com um dermatologista que iniciará procedimentos como peelings clareadores e microagulhamento, conforme a indicação de cada paciente e com a pele devidamente preparada e hidratada a todos esses métodos terapêuticos” esclarece a médica.
Quem tem melasma pode tomar sol?
Não no local da mancha. A exposição solar em outros locais do corpo não influencia no melasma. Porém é indicado que essa exposição seja acompanhada por protetor solar que seja capaz de bloquear todas as radiações, incluindo infravermelho e luz visível, as vilãs do melasma, e use chapéu ou boné.
O melasma acontece só no rosto ou também em outras regiões?
Não é comum, mas pode aparecer em outros locais como colo, pescoço e braços.
Algum tipo de pele tem maior propensão ao melasma?
A pele negra é o alvo mais comum do problema por conta da concentração de melanina.
Melasma tem cura?
Infelizmente, não. Porém, é possível controlá-lo. O indicado é que se faça acompanhamento com dermatologista, para que ele lhe oriente a respeito dos procedimentos que existem para amenizá-lo.
O uso de lasers pode piorar o problema?
Sim. É importante deixar claro que não só os lasers, mas qualquer tipo de procedimento que induz a uma inflamação exacerbada da pele. Nesses casos, a pele pode sofrer de um estresse oxidativo dos melanócitos e consequentemente, a uma maior produção de melanina.
Quais tratamentos são indicados para o melasma?
Há algumas opções, que vão desde microagulhamento, passando pelos peelings. O paciente deve procurar um médico para saber qual é a opção mais adequada.
Serviços:
Clínica Dermatológica Dra. Carla Carvalho Cruz
Endereço: Av. das Américas 3500- Ed. Toronto 3000- Sl 606- Barra da Tijuca
Tels: (21) 3282-5222/ (21) 99939-9555
Apesar de atingir também os homens, as manchas amarronzadas afetam principalmente o rosto de mulheres entre 20 e 50 anos. De acordo com a dermatologista Carla Carvalho Cruz, do Rio de Janeiro, além do sol, fatores hormonais são os principais motivos para o aparecimento do melasma. “Podemos apontar o uso de anticoncepcionais e a predisposição genética, como causa do problema. O melasma costuma ainda aparecer durante a gestação”, explica a dermatologista.
A seguir, Carla Carvalho Cruz esclarece as principais dúvidas sobre o melasma:
Como cuidar do melasma?
O primeiro passo é a proteção. O paciente encontra no mercado inúmeras opções de fotoprotetores físicos que são a primeira linha no tratamento, pois além de protegerem contra os raios UVA/UVB, atingem os comprimentos de onda maiores que são o infravermelho e a luz visível. Outra sugestão é manter alguns cuidados à base de cremes com ácido retinóico ou seus derivados, associados a clareadores como ácido glicólico, ácido kójico, arbutin, ácido tranexâmico, belides entre outros.
“Aliado a tudo isso deve-se haver acompanhamento com um dermatologista que iniciará procedimentos como peelings clareadores e microagulhamento, conforme a indicação de cada paciente e com a pele devidamente preparada e hidratada a todos esses métodos terapêuticos” esclarece a médica.
Quem tem melasma pode tomar sol?
Não no local da mancha. A exposição solar em outros locais do corpo não influencia no melasma. Porém é indicado que essa exposição seja acompanhada por protetor solar que seja capaz de bloquear todas as radiações, incluindo infravermelho e luz visível, as vilãs do melasma, e use chapéu ou boné.
Não é comum, mas pode aparecer em outros locais como colo, pescoço e braços.
Algum tipo de pele tem maior propensão ao melasma?
A pele negra é o alvo mais comum do problema por conta da concentração de melanina.
Melasma tem cura?
Infelizmente, não. Porém, é possível controlá-lo. O indicado é que se faça acompanhamento com dermatologista, para que ele lhe oriente a respeito dos procedimentos que existem para amenizá-lo.
O uso de lasers pode piorar o problema?
Sim. É importante deixar claro que não só os lasers, mas qualquer tipo de procedimento que induz a uma inflamação exacerbada da pele. Nesses casos, a pele pode sofrer de um estresse oxidativo dos melanócitos e consequentemente, a uma maior produção de melanina.
Quais tratamentos são indicados para o melasma?
Há algumas opções, que vão desde microagulhamento, passando pelos peelings. O paciente deve procurar um médico para saber qual é a opção mais adequada.
Clínica Dermatológica Dra. Carla Carvalho Cruz
Endereço: Av. das Américas 3500- Ed. Toronto 3000- Sl 606- Barra da Tijuca
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